O PipeMagic, um backdoor identificado inicialmente na Ásia em 2022, voltou à cena em 2025 com força renovada e já atinge empresas industriais brasileiras. Desta vez, sua atuação está mais sofisticada, explorando não apenas falhas técnicas, mas também a confiança e curiosidade humanas por meio de engenharia social bem elaborada.
O termo backdoor descreve justamente isso: uma “porta dos fundos” que permite ao invasor entrar sem ser percebido, obter privilégios de administrador (SYSTEM), roubar informações e preparar terreno para ataques mais graves, como o ransomware: sequestro de dados acompanhado da cobrança de resgate em moedas virtuais.
Diante dessa complexidade, como as empresas podem se proteger? A resposta não está em medidas isoladas, mas em um plano estruturado de cibersegurança, que contemple prevenção, resposta rápida e recuperação eficiente. Entre as práticas recomendadas, destacam-se:
Por fim, a Segurança é um processo contínuo, ataques mudam sempre, combinando truques de enganação com tecnologias novas. Portanto, contar com assessoria especializada em proteção de dados e cibersegurança é essencial para orientar decisões, estruturar processos e garantir que a organização esteja sempre preparada frente às novas ameaças.
Por: Lucas Nonato
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